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Coronavírus: redução de juros no empréstimo consignado

Em meio à pandemia causada pelo Covid-19 (Coronavírus), a economia do país sofre impactos econômicos dia após dia. Novos casos surgem em um pequeno intervalo de tempo, trazendo incertezas e questionamentos acerca das possibilidades de transmissão do vírus, e por quanto tempo a instabilidade estará presente no cotidiano do brasileiro.

Nesse contexto socioeconômico turbulento, o CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social) reduziu, na terça-feira do dia 17/03, o teto dos juros para empréstimo consignado. Sendo essa a primeira queda desde 2017, a medida visa a agir em favor dos beneficiários do INSS.

Motivações para as mudanças na economia

Já sabemos que os indivíduos portadores de sistema imunológico baixo estão propensos a sofrer consequências mais graves a partir da incorporação do vírus. Os idosos, nessa perspectiva, estão enquadrados no grupo de risco para o Covid-19.

Assim, a redução de juros é apenas uma das medidas consideradas e adotadas recentemente pelo governo do Brasil. Tais medidas, adotadas pelo governo do país, têm como objetivo garantir maior segurança financeira a essas pessoas. Além de, obviamente, buscar frear a crise econômica que já se iniciou devido aos efeitos do coronavírus.

O que mudou no empréstimo consignado?

São diversas as mudanças ocasionadas pela nova medida promulgada no dia 17/03. Confira abaixo o que mudou, efetivamente, no empréstimo consignado:

Redução de juros do empréstimo consignado

O empréstimo consignado é aquele descontado direto da folha de pagamento de aposentados e pensionistas, contribuintes do INSS. Dessa maneira, o teto de juros do empréstimo consignado passou de 2,08% a 1,80% ao mês. Sendo, assim, 1,80% a taxa máxima cobrada pelo empréstimo com desconto no benefício. Para operações realizadas com o cartão de crédito, as taxas também caíram de 3% a 2,70% mensais.

Aumento no prazo para pagamento das parcelas

O número máximo de meses para quitar as dívidas provenientes do empréstimo consignado aumentou de 72 para 84 meses. Isto é, o limite passou de 6 para 7 anos para quem é pensionista ou aposentado e precisa saldar alguma dívida. Essa, assim como as outras, é uma ação que pretende prolongar o tempo do pagamento para amenizar os obstáculos econômicos no país.

Margem maior para empréstimos

Ainda não é certo, mas a proposta do governo via projeto de lei é ampliar a margem para empréstimo consignado. O projeto, enviado nesta segunda-feira (16) ao Congresso Nacional, visa a aumentar o limite de empréstimos que pode ser buscado pelos aposentados e pensionistas, com base em sua renda.

Além das principais medidas, o governo decidiu suspender a prova de vida de beneficiários or 120 dias e antecipar a primeira e a segunda parcelas do 13° salário dos aposentados do INSS. Por meio do uso de recursos parados no fundo do PIS/Pasep, também busca movimentar esse dinheiro em prol da situação econômica vigente.

Dessa forma, segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), as mudanças promulgadas por lei devem ampliar a oferta de crédito em R$ 25 bilhões.

Se você ainda está se perguntando o que é e quais os sintomas do coronavírus, consulte este link. Para seguir corretamente as medidas de prevenção, não se esqueça:

  • Lave bem as mãos;
  • Evite ao máximo aglomerações;
  • Se possível, fique em casa.

Dessa forma, além de contribuir para a sua própria saúde, você poderá ajudar a minimizar os impactos do vírus para as pessoas ao seu redor e, mais além, ao país inteiro.

Agora que você já conferiu as últimas informações a respeito do coronavírus, a redução de juros e seu impacto na modalidade de crédito consignado, saiba também como economizar dinheiro com essas 10 dicas.